Versão 2007 do pacote exige mudanças mesmo de usuários que continuam a usar edições anteriores
Por Redação PC World (EUA) 16/04/2007
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Mesmo quem não planeja migrar da sua atual versão do Office para o novo pacote de softwares para escritório da Microsoft terá que aprender a lidar com chamado Office System 2007. Isso porque muitas pessoas que já trabalham com o novo pacote podem enviar arquivos com o formato .XML. E, se sua empresa estiver prestes a partir para a edição 2007, então será preciso migrar também os arquivos e configurações do pacote 2003, o que pode ser fácil, difícil ou impossível (há a possibilidade de haver perdas).
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Por Ellen Messmer (repórter do Network World, em Framingham) para a Computerworld – Publicada em 12 de abril de 2007 às 10h29
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Framingham – Analistas dizem que o modelo tradicional de software não protege mais a empresa.
O sino está tocando para a tecnologia de antivírus para desktops? Alguns analistas de mercado estão proclamando que está morta a maneira tradicional baseada em assinaturas de detectar e erradicar vírus, trojans, spyware e outros malware.
O argumento é antigo: o modelo baseado em assinaturas não é capaz de acompanhar a inundação de variantes de vírus feitas pelo submundo do crime que está vencendo os fornecedores de antivírus em seu próprio quintal. Agora, estes analistas estão questionando se não é tempo das companhias apostarem pesadamente em novas estratégias, como whitelisting ou bloqueio por comportamento, para proteger os desktops e servidores.
“É o começo do fim para o antivírus”, diz Robin Bloor, sócio da empresa de consultoria Hurwitz & Associates, em Boston, Estados Unidos. O analista conta que iniciou a campanha “o antivírus está morto” um ano atrás e que sente isso ainda mais forte hoje. “Vou continuar batendo nesta tecla. A estratégia dos fornecedores de antivírus está completamente errada. Os criminosos, antes de soltar as pragas para os usuários, estão testando-as contra os softwares de antivírus. Eles já entenderam como funciona e como criar variantes que não são detectadas”.
O problema fundamental “não é sobre vírus, mas sobre o que deveria estar rodando nos computadores”, diz Bloor. Em vez de antivírus, garante, os usuários deveriam estar investindo em software de whitelisting, que previnem a infestação de vírus por permitir que apenas aplicações autorizadas rodem.
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Redação do Baguete – 10/04/2007 17:13
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A Grendene está implantando um escritório de projetos como forma de melhorar o retorno do investimento na área de Informática.
Baseada em metodologia do Project Management Institute e apoiada por uma ferramenta da Microsoft, a novidade tem por metas controlar melhor os benefícios produzidos pelas iniciativas da área de TI, em termos técnicos e de negócio, assim como otimizar o trabalho dos 94 colaboradores do setor.
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Da Redação do TI Inside – unda-feira, 09 de Abril de 2007, 21h29
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Pesquisa mundial realizada pela Economist Intelligence Unit (EIU) para a AT&T revela que a maioria dos executivos (52%) acredita que uma rede convergida confere a suas empresas uma melhor defesa contra invasões nos seus sistemas de TI. Além disso, praticamente 70% sentem que a tecnologia IP ajuda a garantir a continuidade dos negócios após a ocorrência de uma emergência.
O estudo da EIU mostra que, cada vez mais, os executivos se sentem particularmente preocupados com os crescentes volumes de dados sobre clientes que têm e manipulam, sendo que 45% afirmam que, por manterem dados confidenciais de clientes em suas redes, se sentem “extremamente” vulneráveis do ponto de vista de segurança eletrônica. Além disso, 41% responderam que o processo de analisar e agir, com base em dados detalhados de clientes, também aumentou significativamente sua vulnerabilidade.
Os hackers estão entre as piores ameaças à segurança mencionadas por praticamente metade (49%) dos executivos. A proteção contra vírus e worms também domina a mente dos administradores. Surgindo como uma das mais temidas ameaças está o roubo de identidade — menção feita por um terço dos entrevistados — e é provável que suas preocupações aumentem nos próximos três anos.
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