O desafio de lidar com as expectativas em projetos de TI

desafio2 Quando uma empresa não se prepara para o futuro, com um planejamento eficiente, e uma condução rígida, pode acabar não tendo condições de seguir seu caminho adequadamente, acabando por ter de improvisar. Se no meio do caminho faltar uma ponte vai ser necessário improvisar…

Um artigo de Alexandra Delfino de Sousa que é diretora da Palavra Mestra, publicado no HSM On-line me chamou atenção pelo fato de tratar justamente sobre as expectativas, muitas vezes frustradas, em projetos na área de TI.

Há muito tempo, desde 1992 quando a SANNA Consultoria Empresarial foi constituída, e atualmente com a criação da GHERPELLI Consultoria, temos nos esforçado em conscientizar as empresas da importância de uma assessoria especializada na condução de projetos com o objetivo de reduzir essas frustrações.

A seguir reproduzo o artigo mencionado. Recomendo a leitura!

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Trabalho remoto melhora produtividade

[img:teletrabalho.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Pesquisa aponta que eliminar o tempo de locomoção do domicílio até o trabalho resulta em mais tempo de trabalho e funcionários mais satisfeitos.

Funcionários que desejam que seus empregadores permitam que trabalhem de casa agora têm mais razões para incluir no business case o trabalho remoto, de acordo com uma nova pesquisa conduzida pela Comp TIA.

A pesquisa baseada na web, que se dedicou a explorar os benefícios de negócio e desafios do trabalho remoto, descobriu que organizações que dão aos seus funcionários a flexibilidade de trabalhar em casa registram melhora de produtividade como o maior benefício. Eles dizem que as melhorias de produtividade são resultado da redução do tempo do funcionário em trânsito.

Quase 60% dos respondentes apontaram a redução de custos como outro benefício significativo. As resposta para quanto pouparam ao permitir que o trabalho remoto variou muito, mas resultou em uma média de US$ 695,752. A redução de custo é proveniente do não pagamento de despesas com carros, tal como reembolso de quilometragem ou com outros materiais de escritório. A Comp TIA nota ainda que um número significativo de respondentes não sabe quanto suas organizações pouparam por deixar os funcionários trabalharem em casa.

Outras vantagens do trabalho remoto citadas pelos respondentes:

  • A habilidade de contratar a equipe mais bem qualificada, independente de onde está localizada (apostado por 39% dos respondentes)
  • Taxas de retenção mais altas (37%)
  • Redução do estresse dos funcionários (25%)
  • Habilidade de reduzir as emissões de gás carbônico (17%)

Quando questionados sobre qual o maior desafio que o trabalho remoto apresenta à organização, mais da metade (53%) responderam segurança corporativa dos sistemas de informação. Notadamente, muitos responderam que os desafios eram mais técnicos do que gerenciais.

Limitar o uso de dispositivos sem suporte ou não autorizados foi eleito o segundo maior desafio, por 38% dos respondentes, seguido pela dificuldade de controlar o uso pessoal de dispositivos móveis da corporação (33%); supervisionar os trabalhadores de níveis mais baixos (32%); suportar diferentes dispositivos móveis, tais como BlackBerrys, iPhones e Treos, (30%); e integrar esses dispositivos com os com outros sistemas corporativos (27%).

Respondentes notaram que suas organizações têm tomado medidas para resolver esses desafios que o trabalho remoto representa: Têm melhorado os circuitos de redes, equipamentos VPN e softwares de clientes VIP. Eles também expandiram o treinamento de segurança e implementado novas tecnologias de virtualização.

Fonte: Anefac – CIO (EUA) – Publicada em 08 de outubro de 2008

Não modernize a TI a menos que a empresa seja modernizada primeiro

[img:j0078755_1_.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]O assunto é antigo, afinal quem ainda não ouviu o tradicional “não se informatiza a bagunça”, ou “a TI deve andar alinhada com o negócio”.

No passado a preocupação era com a introdução da TI nas empresas. Hoje a questão é a necessidade de modernização das estruturas de TI que foram implantadas no passado e não se mantiveram alinhadas com os negócios (ou também dos negócios que não aproveitam ao máximo o que a TI pode oferecer!).

Há muito tempo que a TI virou uma parte tão importante quanto qualquer outra máquina de uma linha de produção. Como uma parte ativa do negócio, deve ser igualmente avaliada a depreciação e necessidade de renovação.

O encaminhamento para esse dilema envolve o seguinte ponto: Evoluir apenas a TI sem alterar o negócio, ou ajustar também o negócio para aproveitar a evolução disponível da TI. O planejamento e estratégia de médio é longo prazo é que vai ditar o rumo a ser seguido.

A importância deste assunto fez com que Bruce Robertson, do Gartner, elaborasse o artigo publicado pela InfoCorporate que reproduzo a seguir.

Mais uma vez constata-se a importância de envolver, nos processos de revisão e implantação de sistemas, profissionais que tenham a capacidade de identificar o equilíbrio entre as necessidades empresariais e as possibilidades de tecnologia. Com este foco é que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria continuam a oferecer seus seviços; temos conseguido fazer com que os nossos clientes tenham uma relação de “investimento x benefício” quanto a “tecnologia x estratégia”, adequada aos seus negócios.

Boa leitura.
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Grampos Aço potencializa resultados do Lean Manufacturing

[img:j0078767_1_.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]Durante um processo de qualificação de fornecedores promovido pela Bosch em 2004, a fabricante de peças para o mercado automotivo Grampos Aço foi convidada a implantar o conceito de Lean Manufacturing em sua linha de produção. Para atender a esse pedido de um dos seus principais clientes, desencadeou uma revolução dentro da companhia. Depois de dois anos de trabalho, a empresa avançou em políticas de qualidade, reformulou o layout de sua fábrica e viu as máquinas produzirem 30% a mais.

O Lean Manufacturing nasceu no Japão dentro da fábrica de automóveis da Toyota e trabalha no modelo de produção enxuta (do Lean, em inglês). Seu surgimento data de período posterior à Segunda Guerra Mundial. O conceito visa aumentar a eficiência produtiva a partir da eliminação de desperdício, com base em pequenos lotes de produção, possibilitando a variação de produtos. Para isso, a prática envolve criação de fluxos contínuos e sistemas produtivos puxados, baseado na demanda e urgência dos clientes.

Na sua origem, a filosofia usa métodos simples para controle dos fluxos de produção, como cartões coloridos, chamados Kanban, que indicam a ordem de produção. Com cerca de 600 funcionários (80% deles na linha de produção), a Grampos Aço fabrica, em média, 45 milhões de produtos divididos em 1,6 mil itens, por mês. Os números dimensionam a complexidade existente na operação e os méritos da implementação até o momento. Mas, Fábio Fabris, diretor industrial, acrescenta que 70% dos itens produzidos pela empresa não se enquadram no conceito Kanban.

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Baseado em modelo de Dansette