Com relação a gestão de projetos poderíamos nos estender por um longo tempo discutindo diversos pontos, já que este assunto é até tema de cursos avançados de pós-graduação.
Quanto a se ter uma receita mágica para se obter sucesso na gestão de projetos seria dizer que existe uma fórmula perfeita, a qual não é usada pois nem todos buscam o sucesso!
Como as consultorias precisam vender seus serviços, e este tipo de assessoria não é embalado e colocado numa prateleira de mercado, são criados conceitos que são formatados de forma a transmitirem a idéia aos potenciais clientes.
Pois bem, um dos pacotes que existe para garantir o sucesso na gestão de projetos é o “Q.X. – Quociente de execução”, criado pelo guru norte-americano Stephen Covey. Para medir o Q.X., é feita uma avaliação abordando os seguintes aspectos da relação entre o líder e sua equipe:
- Existe clareza quanto as metas, ou seja, se todos sabem o que estão buscando?
- O líder conseguiu passar para todos o que é necessário fazer para atingir as metas?
- Comprometimento da equipe com as tarefas que são colocas pelo líder.
- Qualificação técnica necessária para desenvolver suas atividades.
- Espírito de equipe, as pessoas confiam umas nas outras?
- Responsabilidade, verificando se as pessoas estão sendo devidamente cobradas em relação a suas metas.
A partir desses seis fatores, é possível chegar a um diagnóstico sobre qual é a capacidade de execução de um líder.
Existem situações em que uma empresa verifica que um projeto especial é muito específico e que a liderança que se faz necessária não está disponível em seus quadros. Nestes casos a alternativa pode ser a contratação de mais profissionais, ou de uma empresa de consultoria para gerir esses projetos especiais, e até mesmo executar algumas das tarefas, aliviando a carga sobre o pessoal da empresa.
A assessoria externa é mais uma peça que pode se encaixar na estrutura da empresa de forma a aumentar a capacidade de realização e de sucesso na gestão de projetos.
Esta é mais uma atividades que é desenvolvida pela GHERPELLI Consultoria, e pela SANNA Consultoria Empresarial, e que tem tido sucesso em todas as empreitadas até hoje. Se tiver interesse em mais informações não deixe de entrar em contato (os sites possuem indicação de como fazer os contatos).
Sucesso!!!
Atualmente nos encontramos assessorando alguns clientes na área comercial, e lendo uma reportagem feita por Júlio Augusto Vidotti titulada “Vender é manter relação de confiança” julguei apropriado reproduzir uma parte que julgo fundamental e que temos trabalhado muito para conscientizar nossos clientes.
O artigo completo “Vender é manter relação de confiança” do Júlio Augusto Vidotti que tem 28 anos no mercado tecnológico, é diretor-executivo da BPsolutions, distribuidora de tecnologias e soluções para automação e negócios e escreve mensalmente no Reseller Web, pode ser lido completo clicando aqui.
Segue o trecho que destaco:
A carência de conhecimentos específicos e técnicas de negociação está fazendo com que os profissionais de vendas foquem, cada vez mais, suas vendas em preço e prazo de pagamento, pois não conseguem valorizar os benefícios dos produtos ou serviços que têm em suas mãos para vender. Vender para muitos significa tirar pedido ou ficar esperando que o cliente tome a decisão pela compra.
Mas vender não é isso! Vender é desenvolver uma relação de confiança, acompanhar o projeto de ponta a ponta, demonstrando interesse, procurando conhecer melhor as necessidades e o negócio do cliente e, principalmente, ajudando o cliente a encontrar a solução para seu problema.
Não podemos esquecer que uma boa venda é aquela em que ambas as partes realizam um bom negócio. Ficam satisfeitos o cliente, por poder atender suas necessidade, e o fornecedor, por entregar o produto ou serviço com margens satisfatórias e conquistando mais uma referência no mercado.
Neste caso, o conceito de caro ou barato não existe, e o que fica é a satisfação do preço justo pela qualidade dos produtos, pela confiança dos serviços e o comprometimento do fornecedor
Inicio de ano ! ? ! ?
Mais ou menos, afinal em 22/jan já vivemos 6% do “ano novo”, e o que conseguimos fazer do que nos propusemos para o “ano novo”?
Notamos que em muitos casos, infelizmente, o avanço não permitirá cumprir a agenda até o final deste ano, com sorte pode ser que se consiga somente no final do próximo ano!
No caso dos executivos constata-se que a maioria aplica seu tempo resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a empresa, fazendo com que os assuntos realmente importantes fiquem urgentes num futuro próximo, criando assim um ciclo.
É importante, se não vital, quebrar esse ciclo e definir claramente quanto do tempo se aplicará em cada tipo de atividade, só assim as organizações atingirão a excelência operacional tão desejada.
O artigo reproduzido a seguir, foi publicado no site Amanhã, e merece uma rápida leitura (para não tomar muito do tempo em sua agenda!!!). Boa leitura.
Agenda lotada de tarefas irrelevantes
Estudo afirma que 60% do tempo diário dos executivos é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios
Os executivos gastam tempo demais resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a companhia. Esta é a conclusão de uma pesquisa feita com funcionários de mil empresas no mundo todo. O estudo, chefiado pelo especialista em liderança Stephen Covey, afirma que 60% do tempo diário é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios. Outros 25% são usados para resolver questões urgentes e importantes – crises inesperadas, por exemplo. Só 15% da agenda é ocupada por rotinas que os organizadores do estudo consideram realmente importantes.
Na visão de Covey, o ideal é que 65% do tempo envolva atividades de grande relevância, mas não prementes, como planejamento e busca de novas oportunidades de negócio. Outros 20% deveriam ser deixados para tarefas importantes e urgentes. O resto – apenas 15% do tempo – serviria para os pequenos abacaxis do dia-a-dia.
Por: Redação de AMANHÃ
]No mundo corporativo, e até mesmo pessoal, é difícil imaginar um bem, de valor expressivo, que se possa adquirir sem se considerar a importância de garantir que haja um suporte técnico para atender em caso de emergências!
Lendo o artigo “A importância do suporte técnico” escrito por Ricardo Caldas que é Engenheiro e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e presidente da Telemikro – fornecedora de soluções e serviços de comunicação corporativa, reforcei meu sentimento da pouca importância que os empresários dão ao “suporte técnico”; apenas os que já sofreram pela falta dele é que passaram a dar o devido valor.
Mais de uma vez tive clientes que comentaram que o suporte técnico prestado pelos fornecedores de sistemas de gestão (os ERP’s) deveria resolver tudo, e que não era preciso treinamento. Quando eu perguntava se o operador de uma das principais máquinas da linha de produção podia simplesmente se sentar e começar a “tentar” fazer funcionar, e caso algo não funcionasse era só “ligar para o suporte técnico” eles franziam a testa!
Isso mostra como é importante ter a solução, treinar o usuário, e possuir um suporte técnico para situações anormais. Mais importante ainda é definir claramente como e em que nível o suporte técnico deve atuar, afinal de contas se o usuário não for qualificado a culpa não pode sempre recair sobre o “suporte técnico”.
Vale à pena a leitura do artigo citado, que reproduzo a seguir:
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