Categoria: Negócios

Conselho bom se vende

OpiniãoQuem não gosta de dar um palpite numa conversa? Quem assume as consequencias de um palpite dado?

Isso mesmo, para que um conselho tenha mais chances de ser acertado, e que haja responsabilidade sobre o mesmo ele deve ocorrer na forma de uma consultoria contratada. Preferencialmente uma consultoria que possua experiência na área em questão e que possua boas recomendações de clientes já atendidos.

Este assunto me veio a tona ao ler uma reportagem na EXAME.com, intitulada “10 conselhos que os empreendedores devem ignorar”, mais focados aos novos investidores, que seriam:

  1. Foque em dois públicos ao mesmo tempo
  2. Copie o mercado
  3. Eu conheço um contador que pode te ajudar a pagar menos
  4. Não perca tempo planejando
  5. Faça isso e adicione aquilo também
  6. Prepare-se para não ganhar dinheiro no começo
  7. Vou te apresentar um investidor com bastante dinheiro
  8. É melhor comprar a vista para garantir um bom preço
  9. Contrate alguém bom para tomar conta da empresa
  10. Formalize a empresa depois que o negócio der certo

Estes “palpites” merecem muita atenção, pois podem ser aplicáveis em alguns casos, mas ter um negócio planejado e estruturado é que irá definir quais as ações que devem ser tomadas e não o “achometro”.

Temos desenvolvidos planejamentos estratégicos para novos empreendedores e em alguns casos conseguimos mostrar que o que se planejava não iria ser sustentável, permitindo ao empresário ajustar seus objetivos e ter sucesso.

Captação de patrocínios

patrocinios A captação de patrocínios como forma de custear atividades culturais e esportivas é uma prática usual, mas que muitas vezes não é tratada como uma relação totalmente clara entre as partes. Principalmente no respeito que o captador deve ter pelo seu patrocinador…

Nestes termos li um artigo que me chamou a atenção e que tomei a liberdade de reproduzir neste blog.

Não tenho a data do artigo, apenas que é de autoria de Ricardo Buarque, que é sócio diretor da Enter Assessoria de Comunicação.

Dos pontos observados por ele, destacam-se dez grandes erros e dez grandes acertos, que são:

  • maiores erros:
    1. Ser arrogante e achar que a empresa é obrigada a apoiar a “sua causa”;
    2. Ser desinformado quanto ao negócio e objetivos de marketing do seu patrocinador;
    3. Focar apenas em conquistas, esquecendo de mencionar objetivos profissionais e contra-partidas para o patrocinador, clipping e valor justificado do investimento;
    4. Ser relapso e não usar a logomarca do patrocinador, ou pior, usar a do concorrente, em um evento em que possa ser fotografado ou filmado;
    5. Ser intransigente, colocando obstáculos quando a sua presença é solicitada;
    6. Ser preconceituoso, não envolvendo ou não se interessando pelos colaboradores do patrocinador;
    7. Ser acomodado, não se envolvendo intensamente com as atividades do patrocinador aonde possa inserir a informação do patrocínio;
    8. Ser distante, não visitando regularmente o patrocinador para mante-lo sempre informado do que ocorre;
    9. Ser ingrato, esquecendo de agradecer pelo apoio quando de conquistas;
    10. Ser ganancioso, não tendo flexibilidade para negociar e mostrar que compreende as limitações orçamentárias do patrocinador.
  • maiores acertos:
    1. Ser profissional e entender que patrocínio é negócio. Usar a logomarca do patrocinador em todas as suas atividades profissionais (treinos, competições, eventos, entrevistas).
    2. Ser "antenado" e conhecer o negócio do patrocinador.
    3. Ser realista e elaborar um projeto objetivo de patrocínio, cuja pedida financeira seja amparada por fatos que comprovem a validade do investimento.
    4. Ser consciente e saber que todas as suas declarações à imprensa repercutem no patrocinador (as boas e más…). E que o seu comportamento social também é observado.
    5. Ser organizado e fornecer à área de marketing e comunicação o seu calendário de atividades esportivas ao patrocinador e sempre avisar sobre as competições mais importantes para você, suas alegrias e frustrações. Estabelecer um canal de comunicação constante.
    6. Ser atencioso e estar disponível para eventos promovidos pelo patrocinador especialmente àqueles voltados para seus funcionários (quando não puder, não deixar de justificar).
    7. Ser pró-ativo e identificar oportunidades novas de visibilidade, como visitas a projetos sociais apoiados pelo patrocinador, logomarca no website do atleta, etc..
    8. Ser parceiro e não ser egoísta. Se colocar como mais um "membro" da equipe do patrocinador e ser solidário quando ele precisar de você nos momentos de dificuldade.
    9. Ser previdente e entender que seu patrocínio depende da sua performance e não se expor a acidentes que poderiam ter sido evitados se você não se arriscasse tanto.
    10. Ser educado e compartilhar com o patrocinador as suas conquistas e sempre após uma delas, agradecer o apoio e a confiança no seu talento.

A GHERPELLI Consultoria coloca-se à disposição para assessorar ne estrutura de relações de patrocínios entre as entidades de forma a preservar o melhor de cada instituição.

Acertar no investimento em TI

Investir em TI é algo que a maioria dos empresários já se acostumaram, infelizmente também se acostumaram a receber um retorno, no mínimo, “apenas bom”. Aonde ficou a busca pelo plano de investimento em TI que gere efetivo retorno?

Muitos empresários ainda consideram que a TI serve para fazer os processos serem mais eficientes (rápidos e com menos erros) reduzindo a necessidade de mão de obra; esta realidade não está errada, mas não se limita a apenas isso.

A eficiência não se obtém apenas com sistemas. Inicialmente é necessário possuir procedimentos claramente definidos e validados a serem informatizados – como se dizia no passado: “não se informatiza a bagunça”.

A revisão de procedimentos já é feita em muitas empresas e a adoção de sistemas de gestão integrados (os ERPs, BIs, e outros) já é uma prática usual nas empresas, mesmo que com algumas dificuldades na adoção de soluções compatíveis com os procedimentos desejados.

Com os sistemas funcionando de acordo com os procedimentos estabelecidos temos o investimento de TI necessário definido? Infelizmente não! Isso é apenas o começo…A TI necessita de constante atualização da plataforma de sistemas e equipamentos, além melhorias e evolução contínua e de treinamento constante do pessoal.

O recente estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray, divulgado nesta quarta-feira, 23/09/2009, pela Accenture e IDC, aponta que o Brasil está ainda engatinhando quando se trata de maturidade quanto a planejamento e efetivos investimentos em TI. Um dos pontos principais é que se investe 65% do orçamento para “manter os sistemas funcionando” e os restantes 35% para planejar a evolução da estrutura.

Nesta mesma pesquisa é apresentado que os usuários não estão satisfeitos com “aquilo que a TI entrega”, ou seja, a segurança da informação e a disponibilidade do sistema estão à desejar. A TI no Brasil fica indisponível muito tempo “colocando o sistema no ar” e resolvendo incidentes diversos.

Definir a estratégia de TI seguindo boas práticas de gestão de informática (destaque para a ITIL – Information Technology Infraestructure Library) é uma etapa importante na estruturação organizacional das empresas e que muitas vezes não recebe a devida atenção, isto faz com que mesmo com tudo definido a empresa pare pois “o servidor parou de funcionar”, ou “é necessário reiniciar o sistema”, ou “depois da última atualização deixou de funcionar!”.

Para assessorar desde o planejamento estratégico e operacional, até a gestão de cada área da empresa e, inclusive, definir a gestão, estratégia e orçamento de TI (já elaboramos diversos “Plano Diretor de TI”) a Gherpelli Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial colocam-se à disposição para aportar a experiência acumulada há mais de 17 anos. De nada adianta investir em algo que não gere retorno; existem métricas para mensurar isso em todas as áreas de negócios, e nós assessoramos a estruturar a TI para também ser mensurada e permitir definir o quanto e quando se deve investir.

Governança familiar

Networking Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.

O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa a ter de ser aprovado por este conselho e pode ou não um membro da família. Nos casos em que este executivo não atender às expectativas ele será “profissionalmente” afastado, eliminando o problema de lidar com esta situação de forma pessoal.

Os conselhos de administração são formados normalmente pelos membros da família (herdeiros) e em alguns casos por pessoas que notoriamente agregam à tomada de decisão suas bagagens profissionais, mesmo não sendo membros da família.

A disponibilidade de informações gerenciais confiáveis tanto para a equipe de gestores como para os membros do conselho é fundamental para manter o bom andamento da empresa. Estruturar essas informações é de vital importância e a maioria dos sistemas de gestão atuais estão prontos para atender a esta necessidade, mas o importante é definir claramente as informações que serão disponibilizadas para cada “publico”, e é neste momento que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial assessoram tanto as equipes de TI como os gestores e os conselhos quanto a quais informações devem estar disponíveis para cada grupo de usuários.

Um artigo sobre a sucessão de empresas que vale a leitura é reproduzido a seguir, boa leitura.

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Baseado em modelo de Dansette