Categoria: Segurança

Estudo aponta falta de conformidade com licenças de software

[img:pirata2.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]Segundo pesquisa feita com cerca de 340 executivos, apenas 32% acreditam que podem passar por uma auditoria sem nenhum problema.

Estudo feito pela empresa de pesquisas King Research aponta que 69% dos executivos de TI não sabem se suas empresas estão em conformidade com as licenças dos softwares adquiridos. Quase metade ainda diz que usa em seus ambientes softwares sem licença.

Cerca de 340 profissionais e executivos de TI participaram da pesquisa, realizada em maio com patrocínio de um fornecedor de equipamentos para gerenciamento de sistemas.

Os participantes também responderam sobre como gerenciam as licenças adquiridas pela empresa. Metade afirmou que o processo é manual e somente 8% dos entrevistados usam sistemas totalmente automatizados. Somente 32% acreditam que passariam sem problemas por uma auditoria.

Um outro estudo, feito pela Goldman Sachs, mostra que as licenças de software representam uma área em que os gastos podem ser reduzidos.

Para Ray Wang, analista da consultoria Forrester, os números devem ser analisados no contexto correto. A questão, de acordo com o analista, é que tipo de software está sendo considerado.

Em se tratando de sistemas empresariais como ERP ou CRM, o problema é muito menor. Mas, entre os sistemas de escritório e produtividade, como o Distiller e o Illustrator, da Adobe, a realidade é a retratada pelo estudo.

Fonte: IDG News Service

Hering adota de e-mail registrado em alguns setores

[img:e_mail.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]A Cia. Hering, fabricante nacional de produtos têxteis, contratou a RPost Brasil, subsidiária da multinacional norte-americana RPost, para garantir a comprovação de envio e recebimento de informações críticas por e-mail.

O projeto de registro de e-mails na Hering inclui 500 caixas postais dos departamentos financeiros, suprimentos/compras e administrativo de vendas, que são as áreas que lidam com informações críticas. Das quase 25 mil mensagens eletrônicas que circulam mensalmente por estes setores, a empresa estima que mais de mil sejam enviadas como e-mail registrado, pois precisam dessa garantia.

Marcos Brancher, coordenador de infra-estrutura de telecom e suporte da Hering, explica que com a crescente utilização do e-mail, a carta registrada passou a ser desconsiderada em muitos casos. “O e-mail é mais rápido e prático. Mas em contrapartida não existia, no uso do e-mail, as garantias de uma carta registrada”, afirma.

Para comprovar recebimento, envio e integridade de e-mails, além de evitar tentativas de fraudes, a Hering optou pelo serviço de E-mail Registrado da RPost Brasil, que detém tecnologia exclusiva de e-mail com acreditação jurídica segundo marcos regulatórios mundiais. A escolha levou em conta as características e funcionalidades da solução da RPost.

O E-mail Registrado possui mecanismos que asseguram os cinco pontos essenciais: prova da autoria; prova do conteúdo; prova da data e hora, com validade internacional e considerando os fusos horários e a vigência ou não do horário de verão; prova do envio e prova do recebimento, incluindo a mensagem e seus anexos.

Comissão do Senado aprova regras para spam

[img:Crackers.jpg,full,alinhar_dir_caixa]A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou hoje (5) o projeto de lei que permite a usuários da internet bloquear mensagens eletrônicas comerciais – os chamados spams – recebidas por e-mail sem consentimento.

Pela proposta, fica proibido o envio de mensagens eletrônicas não solicitadas. Também fica proibido o envio de mensagens para endereços obtidos por meio de programas de computador geradores de endereços eletrônicos ou a partir da coleta automática de endereços feita pela internet.

De acordo com o projeto, o remetente tem que enviar o endereço físico ou eletrônico na mensagem e a forma de o usuário cancelar seu recebimento, se assim o desejar.

Os proprietários de bancos de dados de endereços eletrônicos ficam também proibidos de divulgar informações pessoais sem consentimento do usuário.

O descumprimento da lei poderá resultar em multa que varia de R$ 50 a R$ 1 mil. O critério para aplicação da multa analisará a quantidade de mensagens enviadas, a reincidência do envio, os prejuízos causados às redes de comunicação, a extensão do dano experimentado pelo usuário e o benefício auferido pelo remetente do spam.

O projeto agora será analisado na Comissão de Ciência e Tecnologia.

Fonte: Agência Brasil – 5 de março de 2008 às 19h24

Mais da metade das empresas falham na recuperação de desastre, diz estudo

[img:desastres.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Entre as conseqüências mais temidas de desastres entre os profissionais de TI estão o dano à marca ou reputação da empresa, impacto negativo sobre a fidelidade geral de clientes, prejuízos em seu posicionamento competitivo e perda de informações, de acordo com um estudo internacional divulgado pela Symantec, empresa especializada em software de segurança.

Segundo o levantamento, embora 91% das organizações usuárias de recursos de TI executam testes de cenário completo de seus planos de recuperação de desastre, incorporando as pessoas, processos e tecnologias relevantes, quase metade desses testes falha. E essa alta taxa de falha deixa cada vez mais as empresas sob risco de conseqüências negativas e caras, caso um desastre afete aplicativos e serviços missão crítica, segundo a Symantec.

O estudo também revela que quase metade das empresas teve que colocar em prática os planos de recuperação de desastre. De acordo com a pesquisa 48% das organizações tiveram que implementar seus planos de recuperação de desastre, 44% que não dispunham sem um plano de recuperação de desastre passaram por algum problema ou desastre, 26% tiveram dois ou mais e 11% enfrentaram três ou mais.

Os resultados também mostram que os entrevistados se preocupam com vários aspectos: 69% dos entrevistados estão preocupados com os danos à marca e reputação de sua empresa; 65% se preocupam com o impacto na lealdade geral de clientes; 65% estão preocupados com o impacto em seu posicionamento competitivo; e 64% se preocupam em perder dados corporativos em desastres.

Apesar dessas preocupações e dos rígidos requisitos legais e pesadas multas em que empresas podem incorrer caso não garantam o estabelecimento de planos apropriados de recuperação de desastre, o estudo também indica que 77% dos CEOs ainda falham em assumir um papel ativo nos comitês de planejamento de desastre. Os resultados revelam métodos de teste e planejamento incompletos para recuperação de desastre.

Entre os planos de recuperação de desastre, 69% citam desastres naturais, 57% ataques de vírus e 31%, desastres com guerra ou terrorismo. Os entrevistados também disseram se sentir expostos a ameaças específicas de TI, com 67% citando falhas de computadores e 57% mencionando ameaças externas de computadores. Contudo, embora 89% deles tenham acordado níveis aceitáveis de risco com executivos de negócio fora da área de TI na sua organização, apenas 33% fizeram isso para todas as ameaças às quais se sentiam expostos.

Fonte: Matéria da TI Inside

Baseado em modelo de Dansette