[img:logo_MSDynamics_mini.gif,full,alinhar_esq_caixa]Executivo diz que nova onda de CRM já começou e que empresas sabem que o sucesso depende de planejamento.
Sem contar investimentos de consultoria, o mercado de sistemas de gerenciamento de relação com os clientes soma um total de 10 bilhões de dólares, segundo o gerente-geral da divisão de CRM da Microsoft Business Solutions, Brad Wilson.
O executivo afirma que para conquistar espaço nesse mercado, a empresa – que hoje tem 14 mil clientes no mundo em 80 países – oferece a ferramenta em 25 línguas e oferece serviços como a possibilidade de hospedagem, o que faz com que seja adaptável tanto para companhias de pequeno porte, quanto as de grande receita. “Não posso dizer quanto é a nossa participação de mercado, mas garanto que se a divisão de ERP está crescendo, a de CRM cresce ainda mais rápido”, comenta.
Wilson comenta que agora a nova onda de implementações dos sistemas de gestão de relacionamento com os clientes trazem uma diferença importante em relação àquela de alguns anos, quando muitos projetos não foram bem-sucedidos. Ele acredita que hoje está claro que o resultado positivo de uma adoção depende apenas 30% da ferramenta e 70% do conhecimento dos processos, da necessidade e da abordagem que deve ser feita. “Os clientes sabem que CRM é mais do que produto, que isso é uma questão de estratégia”, garante.
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[img:logo_senior.jpg,full,alinhar_dir_caixa]A catarinse Senior Sistemas vai concentrar o foco neste ano na oferta de soluções de CRM (Customer Relationship Management) para ampliar a sua participação no mercado de sistemas de gestão empresarial (ERP). A partir de março, quando será lançada a nova versão do seu ERP, este passará a ser comercializado já com o módulo de CRM integrado ao pacote. A empresa incluirá também em seu sistema de gestão uma nova versão de software de business intelligence, totalmente projetada para web.
A integração dos dois novos módulos ao pacote de ERP é parte da estratégia da Senior Sistemas para expandir sua base de ERP e aumentar em 30% a sua receita, que deve fechar o ano com um volume da ordem de R$ 266,5 milhões.
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[img:virtual.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Construtora reduz gastos de TI em 70% ao terceirizar data center para a hospedagem de seu sistema de gestão empresarial
Muitas vezes, a falta de recursos para a montagem de uma infra-estrutura de TI adequada se torna obstáculo para a evolução tecnológica de uma pequena empresa. Esse teria sido o caso da Mettor Engenharia, construtora paulista com obras em diversos Estados brasileiros, não fosse a alternativa de terceirizar essa estrutura. A companhia precisava interligar as informações de seu escritório em São Paulo e das obras em andamento.
A solução, um sistema de gestão, tinha como obstáculo uma infra-estrutura de TI incapaz de suportar o ERP (Enterprise Resources Planing). A Mettor então terceirizou a hospedagem do sistema no data center da CorpFlex, que também cuida da gestão de seus dados.
O acesso ao ERP agora é feito por meio da tecnologia Citrix. “O sistema de gestão exige um parque tecnológico atualizado para aproveitamento máximo de suas funcionalidades, e a Mettor optou pelo outsourcing ao invés de adquirir toda uma nova infra-estrutura de hardware, software e aplicativos”, explica Rodrigo Angeline, consultor de TI da Mettor.
Segundo ele, a atualização do parque poderia alcançar 10 mil reais de investimento inicial e custos mensais de 5 mil reais com manutenção. “São valores incompatíveis com o orçamento de TI estabelecido pela empresa”, contabiliza. Hoje a companhia gasta mensalmente cerca de 1.500 reais mensais – são cinco licenças de 180 reais cada para acesso remoto da 125 reais cada.
Fonte: PC World
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O III Encontro Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil – TIC 2007, realizado nesta quarta-feira, 11, em Porto Alegre, apresentou um panorama das possibilidades de mercado para a tecnologia no segmento de construtoras, incorporadoras, empresas de engenharia e afins. Segundo a especialista na área, Maria Angélica Covelo e Silva, diretora da NGI Consultoria, as grandes apostas são sistemas de ERP, CRM e web.
“A cadeia produtiva da construção civil é muito abrangente. É preciso pensar além das construtoras, que são a ponta do negócio – por trás delas há as empresas de planejamento, de engenharia e arquitetura, os fabricantes de materiais e muitos outros. A TIC tem possibilidade de vender para todos estes segmentos”, afirma Maria Angélica. “Dentre as ofertas, as mais aceitas são o CRM, os serviços web, que possibilitam a visualização de obras antes do lançamento real, e o ERP. Nesta área, o favorito é o SAP, por processar grandes quantidades de itens”, completa.
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