Categoria: Tecnologia

Investimentos enxutos em TI

InvestirTI Investir em TI já era uma tarefa que exigia muito cuidado… com a crise virou um desafio digno de estratégias de guerra!

Não apenas os cuidados com os equipamentos e instalações, mas com as atualizações dos aplicativos e sistemas de gestão passaram a ser objeto de um planejamento meticuloso para evitar comprometer o caixa e os resultados da empresa.

Não se pode deixar de considerar que a crise afeta tanto as empresas compradoras quanto as fornecedoras, fazendo com que novas situações comerciais comecem a ser criadas. Esse é um ponto que vai exigir um mente aberta na negociação.

Algumas dicas que foram colocadas num artigo sobre como cortar custos de software publicado pela ComputerWorld merece leitura. Na seqüência apresento os pontos com alguns comentários pessoais…

  1. Prestar atenção à guerra de preços – Com a crise apertando todos os fornecedores, as ofertas aumentam, e sempre que se disser que um fornecedor oferece uma solução mais barata, a concorrência corre para cobrir. O cuidado nessa hora é de que o “desconto” não acabe levando a  a compra de um “mico” (será entregue algo que está longe de ser o que se esperava, e ai vem a briga que sempre acarreta em perda de tempo e dinheiro)
  2. Considerar – com cuidado – reduzir custos com manutenção – Essa é uma recomendação que deve ser tratada com muito cuidado e pesando muito as conseqüências, afinal de contas é necessário avaliar o que a empresa sofrerá no caso de precisar, e não possuir, de uma manutenção emergencial. O melhor caminho é buscar renegociar, de forma a garantir que o que for crítico esteja seguro.
  3. Abrir o jogo na negociação – Ter no seu fornecedor um parceiro e não um inimigo é a filosofia neste ponto. Dizer quais as condições que pode honrar e que seriam ideais para fazer o negócio pode facilitar a negociação quando o fornecedor não tiver problemas em atender ao proposto. Considere que o fornecedor dificilmente saberá qual a forma comercial que menos impactará no seu negócio!
  4. Outros benefícios – Esse é o cerne de uma negociação bem sucedida! Quando a negociação do preço e das condições de pagamento estiverem exauridas, é o caso de avaliar os benefícios, ou “brindes”, que podem fazer parte. Treinamentos, serviços esporádicos (manutenção preventiva) ou outros benefícios que possam estar ociosos no fornecedor e que “não custa” oferecer cordialmente, ou a custo reduzido…
  5. Considere novos modelos de acordos – Com a crise os fornecedores criam intensamente novos modelos de prestação de serviço, venda e de cobrança de licenças; é importante verificar constantemente se não há uma nova modalidade que seja mais adequada ao seu negócio.
  6. Procure alternativas – Algumas soluções alternativas mais econômicas podem ser obtidas quando se observa o que o mercado está usando. Acompanhar publicações da área, analisar o que parceiros usam, e até mesmo ver o que a concorrência está usando. Cuidado apenas no que se perde, uma vez que são poucas as situações em que a redução de custo não traz a perda de alguma funcionalidade
  7. Fornecedores menores como alternativos – Não é sempre que o menor é mais barato, pode ser sim mais adequado às necessidades, mas muito cuidado – milagres são raros!

Se a empresa que busca investimentos enxutos de TI não dispuser de profissionais próprios que entendam da complexidade tecnológica envolvida é recomendável buscar apoio em empresas de consultoria especializadas, o retorno do investimento nestes serviços especializados poder ser até mesmo objeto da negociação do serviço…

Desejando mais informações quanto a estas assessorias consulte os sites da SANNA Consultoria Empresarial ou da GHERPELLI Consultoria.

Um suporte sempre vai bem

Networking ]No mundo corporativo, e até mesmo pessoal, é difícil imaginar um bem, de valor expressivo, que se possa adquirir sem se considerar a importância de garantir que haja um suporte técnico para atender em caso de emergências!

Lendo o artigo “A importância do suporte técnico” escrito por Ricardo Caldas que é Engenheiro e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e presidente da Telemikro – fornecedora de soluções e serviços de comunicação corporativa, reforcei meu sentimento da pouca importância que os empresários dão ao “suporte técnico”; apenas os que já sofreram pela falta dele é que passaram a dar o devido valor.

Mais de uma vez tive clientes que comentaram que o suporte técnico prestado pelos fornecedores de sistemas de gestão (os ERP’s) deveria resolver tudo, e que não era preciso treinamento. Quando eu perguntava se o operador de uma das principais máquinas da linha de produção podia simplesmente se sentar e começar a “tentar” fazer funcionar, e caso algo não funcionasse era só “ligar para o suporte técnico” eles franziam a testa!

Isso mostra como é importante ter a solução, treinar o usuário, e possuir um suporte técnico para situações anormais. Mais importante ainda é definir claramente como e em que nível o suporte técnico deve atuar, afinal de contas se o usuário não for qualificado a culpa não pode sempre recair sobre o “suporte técnico”.

Vale à pena a leitura do artigo citado, que reproduzo a seguir:

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O desafio de lidar com as expectativas em projetos de TI

desafio2 Quando uma empresa não se prepara para o futuro, com um planejamento eficiente, e uma condução rígida, pode acabar não tendo condições de seguir seu caminho adequadamente, acabando por ter de improvisar. Se no meio do caminho faltar uma ponte vai ser necessário improvisar…

Um artigo de Alexandra Delfino de Sousa que é diretora da Palavra Mestra, publicado no HSM On-line me chamou atenção pelo fato de tratar justamente sobre as expectativas, muitas vezes frustradas, em projetos na área de TI.

Há muito tempo, desde 1992 quando a SANNA Consultoria Empresarial foi constituída, e atualmente com a criação da GHERPELLI Consultoria, temos nos esforçado em conscientizar as empresas da importância de uma assessoria especializada na condução de projetos com o objetivo de reduzir essas frustrações.

A seguir reproduzo o artigo mencionado. Recomendo a leitura!

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Trabalho remoto melhora produtividade

[img:teletrabalho.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Pesquisa aponta que eliminar o tempo de locomoção do domicílio até o trabalho resulta em mais tempo de trabalho e funcionários mais satisfeitos.

Funcionários que desejam que seus empregadores permitam que trabalhem de casa agora têm mais razões para incluir no business case o trabalho remoto, de acordo com uma nova pesquisa conduzida pela Comp TIA.

A pesquisa baseada na web, que se dedicou a explorar os benefícios de negócio e desafios do trabalho remoto, descobriu que organizações que dão aos seus funcionários a flexibilidade de trabalhar em casa registram melhora de produtividade como o maior benefício. Eles dizem que as melhorias de produtividade são resultado da redução do tempo do funcionário em trânsito.

Quase 60% dos respondentes apontaram a redução de custos como outro benefício significativo. As resposta para quanto pouparam ao permitir que o trabalho remoto variou muito, mas resultou em uma média de US$ 695,752. A redução de custo é proveniente do não pagamento de despesas com carros, tal como reembolso de quilometragem ou com outros materiais de escritório. A Comp TIA nota ainda que um número significativo de respondentes não sabe quanto suas organizações pouparam por deixar os funcionários trabalharem em casa.

Outras vantagens do trabalho remoto citadas pelos respondentes:

  • A habilidade de contratar a equipe mais bem qualificada, independente de onde está localizada (apostado por 39% dos respondentes)
  • Taxas de retenção mais altas (37%)
  • Redução do estresse dos funcionários (25%)
  • Habilidade de reduzir as emissões de gás carbônico (17%)

Quando questionados sobre qual o maior desafio que o trabalho remoto apresenta à organização, mais da metade (53%) responderam segurança corporativa dos sistemas de informação. Notadamente, muitos responderam que os desafios eram mais técnicos do que gerenciais.

Limitar o uso de dispositivos sem suporte ou não autorizados foi eleito o segundo maior desafio, por 38% dos respondentes, seguido pela dificuldade de controlar o uso pessoal de dispositivos móveis da corporação (33%); supervisionar os trabalhadores de níveis mais baixos (32%); suportar diferentes dispositivos móveis, tais como BlackBerrys, iPhones e Treos, (30%); e integrar esses dispositivos com os com outros sistemas corporativos (27%).

Respondentes notaram que suas organizações têm tomado medidas para resolver esses desafios que o trabalho remoto representa: Têm melhorado os circuitos de redes, equipamentos VPN e softwares de clientes VIP. Eles também expandiram o treinamento de segurança e implementado novas tecnologias de virtualização.

Fonte: Anefac – CIO (EUA) – Publicada em 08 de outubro de 2008

Baseado em modelo de Dansette