[img:j0078755_1_.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]O assunto é antigo, afinal quem ainda não ouviu o tradicional “não se informatiza a bagunça”, ou “a TI deve andar alinhada com o negócio”.
No passado a preocupação era com a introdução da TI nas empresas. Hoje a questão é a necessidade de modernização das estruturas de TI que foram implantadas no passado e não se mantiveram alinhadas com os negócios (ou também dos negócios que não aproveitam ao máximo o que a TI pode oferecer!).
Há muito tempo que a TI virou uma parte tão importante quanto qualquer outra máquina de uma linha de produção. Como uma parte ativa do negócio, deve ser igualmente avaliada a depreciação e necessidade de renovação.
O encaminhamento para esse dilema envolve o seguinte ponto: Evoluir apenas a TI sem alterar o negócio, ou ajustar também o negócio para aproveitar a evolução disponível da TI. O planejamento e estratégia de médio é longo prazo é que vai ditar o rumo a ser seguido.
A importância deste assunto fez com que Bruce Robertson, do Gartner, elaborasse o artigo publicado pela InfoCorporate que reproduzo a seguir.
Mais uma vez constata-se a importância de envolver, nos processos de revisão e implantação de sistemas, profissionais que tenham a capacidade de identificar o equilíbrio entre as necessidades empresariais e as possibilidades de tecnologia. Com este foco é que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria continuam a oferecer seus seviços; temos conseguido fazer com que os nossos clientes tenham uma relação de “investimento x benefício” quanto a “tecnologia x estratégia”, adequada aos seus negócios.
Boa leitura.
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Notamos que a necessidade de mudança na forma de condução de negócios, imposta pela crescente competitividade entre as empresas, aponta o gerenciamento de projetos como uma forma de administração de negócios capaz de integrar esforços complexos, reduzir burocracias e viabilizar a implementação de estratégias fundamentais para a empresa.
A demanda por este perfil de profissionais aparece devido ao bom momento da economia brasileira. Em muitas empresas, investimentos em projetos que até então estavam parados estão sendo feitos nas mais diversas áreas. Portanto, gerenciar seus empreendimentos sob a ótica de projetos, tornou-se uma solução cada vez mais praticada por estas organizações, que necessitam atender critérios como complexidade e mutabilidade de fatores, onde não permitem falhas na condução dos investimentos.
Neste sentido, cabe às empresas o desafio de identificar o perfil adequado para um bom gerente de projetos, sabendo que para a obtenção de sucesso em um empreendimento é necessário que este profissional possua aptidões específicas, além de habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho desta atividade.
Os executivos de gerenciamento de projetos – que devem ter como características imprescindíveis a alta capacidade de trabalho em equipe, organização, flexibilidade e fortes habilidades interpessoais – também precisam ser excelentes articuladores, devido a limitação de autoridade formal de que podem fazer uso durante a execução dos projetos e sua autoridade funcional e temporária sobre a equipe.
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Evento deixa a mensagem que, se você elimina o desperdício no data Center, gasta menos com manutenção, faz melhor uso do que tem e reduz o impacto ambiental.
“Verde = eficiência = economia” foi um tema recorrente no Simpósio Computação Corporativa Verde promovido pelo Uptime Institute este ano, em Orlando (EUA). A mensagem é simples, sim, mas está de acordo com a justificativa de adotar práticas mais verdes no datacenter: se você elimina o desperdício, você gasta menos dinheiro com aquisições e manutenção, faz melhor uso do que tem e reduz o impacto ambiental da sua organização.
Compreender este conceito não é tão difícil. O grande desafio, compartilhado por mais de 400 participantes do simpósio, continua sendo passar do ineficiente Ponto A ao eficiente Ponto Verde. Se ao menos existisse uma máquina plug-and-play que você pudesse instalar no datacenter (uma Green-o-matic 3000) para, num passe de mágica, otimizar a refrigeração, elevar a utilização a 99%, rastrear máquinas zumbis e reduzir a zero a emissão de carbono nas instalações…
Infelizmente, nenhum fornecedor anunciou algo do gênero e os participantes do simpósio terão que se apoiar em algumas lições colhidas no evento.
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[img:logo_microsoft_vista.jpg,full,alinhar_esq_caixa]As empresas deveriam pensar duas vezes antes de decidirem não migrar para o Windows Vista e deveriam começar o mais cedo possível a atualizarem suas máquinas para o novo sistema da Microsoft, de acordo com um relatório independente da Forrester Research.
O relatório, “Building the Business Case for Windows Vista“, diz que existem muitas razões para atualizar agora, mesmo que a opção de evitar o Vista e esperar pelo Windows 7 pareça mais viável. A empresa publicou um segundo relatório, “Lessons Learned from Early Adopters of Windows Vista” para mostrar como alguns usuários lidaram com suas migrações.
A Forrester forneceu cinco razões para as empresas migrarem logo, incluindo o fato de que existem poucas alternativas viáveis dada a penetração do Windows no mercado corporativo. A empresa informou que suas pesquisas de hardware mostram que o Windows é o sistema operacional encontrado em 99% dos PCs na América do Norte e Europa. Além disso, o Windows é o sistema operacional presente em 97% dos PCs em pequenas empresas, informou a Forrester.
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