[img:system_integration.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]Pesquisa encomendada pela Impacta Tecnologia à MBI Mayer&Bunge Informática mostra que, em 2008, cerca de 30% dos recursos alocados em novos projetos de TI estão sendo destinados à integração de um único sistema de informação dentro da própria empresa. A implementação de aplicações estratégicas para a melhoria da competitividade das empresas aparece em segundo lugar, com 26%. As demais iniciativas somadas, todas relacionadas à infra-estrutura de TI e atualização das aplicações, atingem 44% dos recursos totais.
Já em relação às despesas da área de TI, os gastos com pessoal representam 51% do total. Deste percentual, cerca de 60% é consumido por profissionais internos, enquanto o restante se destina ao custeio de pessoal terceirizado. Outros 23% do orçamento de TI é voltado à manutenção das plataformas de hardware, software e telecomunicações. Desta forma, sobram pouco mais de 25% do total para realização de novos projetos.
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[img:tecnologia.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]“Mais informação nem sempre é melhor. Entretanto, combinações de informações sempre aumentam o valor do dado”, afirmou Andréas Bitteres, analista do Gartner, durante a 13ª Conferência Anual da empresa, quando apontou as armadilhas da implementação de Business Intelligence que as companhias devem evitar. “O valor das aplicações de BI aumenta com a qualidade da informação”.
Bitteres lembra que não há porque melhorar a qualidade dos dados se as pessoas não saberão como usá-los. “O valor do investimento de BI depende da habilidade de interpretar os resultados e tomar a providência apropriada”, resume Bitteres.
Ele ressaltou a necessidade de compartilhar informações entre os departamentos da empresa. Para o analista, compartilhar informações é a etapa mais importante do processo: “BI não é apenas para um setor da companhia, e sim para a empresa inteira”.
Outro erro, na opinião de Bitteres, é a companhia supor que pode terceirizar toda a parte de BI, achar que o fornecedor fará tudo sozinho e imaginar que não terá nenhum problema de qualidade dos dados. Segundo ele, todas as empresas têm algum problema de qualidade das informações a ser resolvido.
Fonte: Decision REPORT – Carolina Pereira – 17/09/2008
[img:logo_datasul.jpeg,full,alinhar_dir_caixa]A Datasul lançou uma nova versão do ERP para pequenas e médias empresas, o Datasul Start. Além das novas funcionalidades, como o monitor de informação gerencial, a solução apresenta uma nova metodologia de gerenciamento de projetos.
O Datasul Start conta com uma unidade de negócios especializada, criada em fevereiro de 2007 com a finalidade de estruturar todo o processo – estratégia, equipe e rede de canais – para a nova oferta, voltada para atender empresas com faturamento anual entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões.
Em um ano e meio de atuação a unidade de negócios conquistou 200 clientes, atendidos por 25 canais exclusivos, sendo 21 franquias e quatro parceiros de negócios. Apesar de o Datasul Start ser desenhado para atender empresas que tenham processos de negócios mais simples, a solução continua sendo bastante abrangente em termos de funcionalidades.
Um dos principais diferenciais é que a solução é o mesmo ERP que as grandes empresas clientes utilizam. Alterações foram feitas, somente, para tornar a implementação mais simples.
Fonte: B2B Magazine
[img:13_dilbert_pm2.jpg,resized,centralizado]
Notamos que a necessidade de mudança na forma de condução de negócios, imposta pela crescente competitividade entre as empresas, aponta o gerenciamento de projetos como uma forma de administração de negócios capaz de integrar esforços complexos, reduzir burocracias e viabilizar a implementação de estratégias fundamentais para a empresa.
A demanda por este perfil de profissionais aparece devido ao bom momento da economia brasileira. Em muitas empresas, investimentos em projetos que até então estavam parados estão sendo feitos nas mais diversas áreas. Portanto, gerenciar seus empreendimentos sob a ótica de projetos, tornou-se uma solução cada vez mais praticada por estas organizações, que necessitam atender critérios como complexidade e mutabilidade de fatores, onde não permitem falhas na condução dos investimentos.
Neste sentido, cabe às empresas o desafio de identificar o perfil adequado para um bom gerente de projetos, sabendo que para a obtenção de sucesso em um empreendimento é necessário que este profissional possua aptidões específicas, além de habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho desta atividade.
Os executivos de gerenciamento de projetos – que devem ter como características imprescindíveis a alta capacidade de trabalho em equipe, organização, flexibilidade e fortes habilidades interpessoais – também precisam ser excelentes articuladores, devido a limitação de autoridade formal de que podem fazer uso durante a execução dos projetos e sua autoridade funcional e temporária sobre a equipe.
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